domingo, 1 de agosto de 2010

JOÃO - Estudo 11: JESUS CURA À DISTÂNCIA UM MENINO - cap. 4. 43 – 54.

Neste texto encontramos:
- De Samaria Jesus chega à Galiléia. v. 43.
- Princípio exposto por Jesus: as pessoas preferem honrar, ouvir e seguir o desconhecido e não o conhecido. Herança adâmica em razão da natureza pecaminosa. v. 44; João 1. 11 – 12; 5. 43.
- Galileus que haviam estado com Jesus em Jerusalém por ocasião da festa da Páscoa e visto Suas obras ali O recebem em sua terra. v. 45.
- Jesus visita Caná da Galiléia e ali é procurado por um oficial do rei Herodes que morava em Cafarnaum e cujo filho estava muito doente e à beira da morte. v. 46 - 47.
- Jesus censura aqueles que colocam os sinais miraculosos à frente da fé no Filho de Deus. v. 48.
- O oficial do rei suplica a Jesus que vá à Cafarnaum curar o seu filho antes que morra. v. 49.
- Jesus declara ao oficial do rei que o seu filho não morrerá, mas viverá. O pai confiou no que Jesus disse e foi para sua casa em Cafarnaum. v. 50.
- Os servos do oficial do rei ao verem-no se aproximar de casa foram encontrá-lo no caminho e lhe deram a boa notícia: seu filho estava bem de saúde. v. 51.
- O oficial do rei perguntou aos seus servos a que horas seu filho havia melhorado. “À uma hora da tarde”, disseram. O pai do menino reconheceu que essa era a hora em que Jesus havia dito que seu filho viveria. O oficial e toda a sua casa creram em Jesus. v. 52 - 53.
- Anteriormente Jesus havia transformado em Caná água em vinho e agora transformou a vida de uma família ao curar-lhe o filho. v. 54.

VISÃO GERAL
Depois de uma estadia missionária de dois dias na cidade de Sicar em Samaria, o Senhor Jesus prosseguiu sua viagem até a Galiléia. Seus concidadãos que o haviam visto em Jerusalém por ocasião da Páscoa e visto sua popularidade e maravilhas que realizara O acolheram amistosamente.
Ao chegar a Caná, cidade onde realizou o seu primeiro milagre, foi procurado por um pai desesperado cujo filho estava à morte em Cafarnaum, local de sua residência.
A presença de Jesus era sempre motivo de alegria e esperança para aqueles que buscavam uma palavra de conforto, edificação, alerta ou a cura dos seus males físicos ou espirituais.

FOCALIZANDO A VISÃO
Ao saber que Jesus havia chegado a Caná da Galiléia um oficial do rei Herodes imediatamente O procurou, desesperado. Esse homem de posição elevada na administração daquela província romana havia recebido a notícia de que seu filho estava muito doente em Cafarnaum que distava trinta e cinco quilômetros do seu local de trabalho. Os recursos materiais dessa autoridade romana nada puderam fazer na restauração da saúde do seu filho. A única alternativa era recorrer à autoridade espiritual de Jesus e ele não adiou essa decisão. Procurou-O imediatamente.
Ao notar que muitas pessoas O procuravam na solução dos seus males físicos e espirituais o Senhor Jesus censurou aquelas que colocavam o Seu poder de cura acima da fé que Lhe deviam como Messias, Senhor e Salvador. Não davam a Ele a honra que o Pai Lhe havia reservado. A prioridade delas era a bênção e não o Abençoador.
Essa realidade antiga em nada difere da realidade presente.
Hoje as pessoas estão em busca de novidades nas igrejas, de sinais e maravilhas e não no envolvimento e compromisso com o Senhor Jesus Cristo. Fazem dos templos um grande auditório onde procuram encontrar o espetacular, o inusitado e o que os emociona e não um santuário, local de adoração e serviço ao Senhor. Com isso fogem do ensino evangélico que coloca o corpo e a integridade do ser como templo e santuário de Deus. Não desejam fazer na vida cristã a passagem da carne ao Espírito, mas querem apenas ver e receber e não se envolver. Afastam-se de qualquer desafio que os leve a um relacionamento correto com os seus semelhantes e com Deus.
Ao ouvir o pedido desesperado daquele oficial romano pedindo que Jesus fosse com ele até sua cidade em Cafarnaum a fim de curar o seu filho, Jesus calmamente o incentivou a ir para sua casa porque seu filho não morreria, mas viveria. Esse homem possuía caráter disciplinado. Sabia o valor legal de uma palavra pronunciada por uma autoridade. Sendo autoridade reconheceu a autoridade espiritual de Jesus e se submeteu a ela imediatamente como fazia em relação aos seus superiores em hierarquia. O mesmo procedimento tinha com os seus comandados. Suas ordens eram obedecidas sem contestação. Esse homem creu nas palavras de Jesus. Via Nele uma pessoa digna de confiança. Nada do que Jesus diz cai por terra, mas prevalece para que todos O honrem como honram ao Pai que o envio. João 5. 23.
Ao ouvir as palavras de Jesus, o oficial romano apressadamente se retirou. Iniciou sua caminhada confiante. Diante dele estavam mais de trinta quilômetros a serem percorridos até que chegasse a sua casa em Cafarnaum. Com certeza esse oficial do rei foi acompanhado por outros oficiais amigos e subordinados. A cada passo sua fé se fortalecia nas palavras de Jesus: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. v. 50. (NVI). A repetição das palavras de Jesus gera e fortalece a fé em nosso interior, dá-nos paz, esperança, entusiasmo e alegria. Salmo 12. 6; Romanos 10. 17.
Desta vez, Jesus decidiu não ir pessoalmente com o oficial do rei até sua casa, como fez em relação à filha de Jairo que após grave enfermidade havia falecido. Onde Jesus não ia pessoalmente, Suas palavras acompanhavam aqueles que nelas criam.
Hoje não temos Jesus fisicamente ao nosso lado, mas Suas palavras são suficientes como companhia em nossa caminhada. O Espírito Santo a cada dia nos confirma essa realidade espiritual.
O oficial romano levava dentro de si, como tesouro, o que Jesus havia dito.
Em Cafarnaum, os servos do oficial, em vigilância permanente, perceberam que no caminho um grupo de pessoas havia tomado a direção da casa. De longe reconheceram a vinda do seu senhor e não esperaram que ele chegasse ate sua residência. Foram em sua direção para dar-lhe a boa notícia de que seu filho estava bem de saúde. A febre que o havia prostrado havia desaparecido por volta da uma hora da tarde. No mesmo instante o pai constatou que aquela era a mesma hora em que ouvira de Jesus que seu filho viveria.
Ao ouvir a boa notícia dos seus servos a paz e a alegria envolveram como um manto aquele pai. Aquecido por esse conforto espiritual apressou seus passos para que abraçasse aquele que amava e celebrasse com a família mais esse feito de Jesus. Fora premiado por sua fé nas palavras de Jesus. Verdadeiramente Jesus era a pessoa que ele deveria ter como Senhor e Salvador.
O oficial romano entendeu que as palavras e não a presença física de Jesus foram suficientes para a cura do seu filho. Aprendeu que não há distância para a operação do poder de Deus. Quando Deus deseja operar não há obstáculo que impeça Sua ação. Entendeu que é melhor crer do que duvidar.
O mais impressionante disso tudo é que o oficial romano não precisou trocar sua fé por dinheiro. Não precisou fazer qualquer adiantamento financeiro para que recebesse a bênção de Jesus. A fé em Deus não está vinculada a qualquer compensação financeira que ofereçamos a Deus e a Sua obra aqui na terra. Muito menos precisa ser provada dessa forma. O oficial apenas creu nas palavras de graça que saíram da boca de Jesus. Isso é a fé evangélica, a fé que agrada a Deus.
A natureza paterna de Deus está sempre disposta a ajudar Seus filhos em todas as suas carências, independente do que eles possam fazer em resposta a essa ajuda.
É o amor que move o coração de Deus no relacionamento com Seus filhos e não outra motivação. Não podemos ter com Deus qualquer relacionamento profano (desrespeitoso ao sagrado). Ele é Santo.
Deus se sente ofendido em Seu amor e justiça quando seus filhos são orientados ou manifestam qualquer intenção ou expressão de trocar bênçãos por dinheiro. Jamais podemos reduzir as bênçãos de Deus a uma quantidade determinada de dinheiro. Isso é ofensivo a Deus porque busca quantificar a qualidade inerente à bênção. Isso é inaceitável aos olhos de Deus porque se torna em ameaça, ou seja, se a quantia estipulada não for alcançada, corremos o risco de não recebermos a bênção anunciada ou a que esperávamos. Isso é legalismo. O ministério de Jesus veio nos tirar do domínio da Lei e nos colocar na grandeza da Graça de Deus.
O Deus Santo não é movido por intenções ou interesses impuros. Não há preço que possa alcançar o valor de uma bênção divina. O Senhor deseja que aqueles que O procuram apenas creiam em Sua Palavra. Isso basta. Entre a Palavra de Deus e Sua ação na vida das pessoas nenhum bem material ou pagamento pode ser colocado como mediador. Se como pais amorosos dispensamos qualquer tipo de resposta financeira de nossos filhos por ajudá-los, atitude infinitamente superior podemos esperar do Pai Celeste, nosso Senhor e Salvador único, suficiente e eterno.
O oficial romano conhecia o milagre realizado por Jesus ao transformar a água em vinho em Caná e por isso se alegrou com sua família ao perceber que seu filho fora tirado do iminente domínio da morte física para a liberdade oferecida pela vida. Jesus, com o Seu poder ofereceu gratuitamente a oportunidade para que aquela família e seus servos tivessem a vida mudada eternamente pela fé em Jesus.
A cura daquele menino convenceu a todos de que não havia outro caminho para Deus senão entregar suas vidas a Jesus e acolhê-Lo como Messias, Senhor e Salvador. Jesus sempre tem uma palavra de restauração física ou espiritual a quem O procura com sinceridade.

ENQUADRANDO-SE NA VISÃO
- Ao dirigirmos o nosso pedido a Jesus jamais devemos estabelecer condições ou Lhe apresentar alternativas. Ele sabe o que é melhor, quando realizar e o como fazer. Dele é a bênção. A nós cabe apenas confiar em Suas palavras como fez o oficial romano.

DETALHES
- Deus não admite qualquer comando humano para nos abençoar. Só Ele é Senhor e Soberano.
- O oficial romano ao ouvir Jesus, não O questionou. Apenas creu e colocou sua fé em ação.
- Vincular o que Deus pode nos dar ao que podemos dar a Ele é atitude que ofende o caráter justo e amoroso de Deus.

APLICAÇÃO
- Ouça o que Jesus diz e faça como Ele determina.

PENSAMENTO
A fé que agrada a Deus não coloca qualquer intermediário entre o que Deus diz e o que devemos fazer.

VERSÍCULO PARA DECORAR
Jesus respondeu: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. O homem confiou na palavra de Jesus e partiu. v. 50. (NVI).

ORAÇÃO
Senhor Jesus, ensina-me a cada dia a crer em tuas palavras como faz a criança diante das palavras do pai que a ama.
Neste texto encontramos:
- De Samaria Jesus chega à Galiléia. v. 43.
- Princípio exposto por Jesus: as pessoas preferem honrar, ouvir e seguir o desconhecido e não o conhecido. Herança adâmica em razão da natureza pecaminosa. v. 44; João 1. 11 – 12; 5. 43.
- Galileus que haviam estado com Jesus em Jerusalém por ocasião da festa da Páscoa e visto Suas obras ali O recebem em sua terra. v. 45.
- Jesus visita Caná da Galiléia e ali é procurado por um oficial do rei Herodes que morava em Cafarnaum e cujo filho estava muito doente e à beira da morte. v. 46 - 47.
- Jesus censura aqueles que colocam os sinais miraculosos à frente da fé no Filho de Deus. v. 48.
- O oficial do rei suplica a Jesus que vá à Cafarnaum curar o seu filho antes que morra. v. 49.
- Jesus declara ao oficial do rei que o seu filho não morrerá, mas viverá. O pai confiou no que Jesus disse e foi para sua casa em Cafarnaum. v. 50.
- Os servos do oficial do rei ao verem-no se aproximar de casa foram encontrá-lo no caminho e lhe deram a boa notícia que seu filho estava bem de saúde. v. 51.
- O oficial do rei perguntou aos seus servos a que horas seu filho havia melhorado. À uma hora da tarde, disseram. O pai do menino reconheceu que essa era a hora em que Jesus havia dito que seu filho viveria. O oficial e toda a sua casa creram em Jesus. v. 52 - 53.
- Anteriormente Jesus havia transformado em Caná água em vinho e agora transformou a vida de uma família ao curar-lhe o filho. v. 54.

VISÃO GERAL
Depois de uma estadia missionária de dois dias na cidade de Sicar em Samaria, o Senhor Jesus prosseguiu sua viagem até a Galiléia. Seus concidadãos que o haviam visto em Jerusalém por ocasião da Páscoa e visto sua popularidade e maravilhas que realizara O acolheram amistosamente.
Ao chegar a Caná, cidade onde realizou o seu primeiro milagre, foi procurado por um pai desesperado cujo filho estava à morte em Cafarnaum, local de sua residência.
A presença de Jesus era sempre motivo de alegria e esperança para aqueles que buscavam uma palavra de conforto, edificação, alerta ou a cura dos seus males físicos ou espirituais.

FOCALIZANDO A VISÃO
Ao saber que Jesus havia chegado a Caná da Galiléia um oficial do rei Herodes imediatamente O procurou, desesperado. Esse homem de posição elevada na administração daquela província romana havia recebido a notícia de que seu filho estava muito doente em Cafarnaum que distava trinta e cinco quilômetros do seu local de trabalho. Os recursos materiais dessa autoridade romana nada puderam fazer na restauração da saúde do seu filho. A única alternativa era recorrer à autoridade espiritual de Jesus e ele não adiou essa decisão. Procurou-O imediatamente.
Ao notar que muitas pessoas O procuravam na solução dos seus males físicos e espirituais o Senhor Jesus censurou aquelas que colocavam o Seu poder de cura acima da fé que Lhe deviam como Messias, Senhor e Salvador. Não davam a Ele a honra que o Pai Lhe havia reservado. A prioridade delas era a bênção e não o Abençoador.
Essa realidade antiga em nada difere da realidade presente.
Hoje as pessoas estão em busca de novidades nas igrejas, de sinais e maravilhas e não no envolvimento e compromisso com o Senhor Jesus Cristo. Fazem dos templos um grande auditório onde procuram encontrar o espetacular, o inusitado e o que os emociona e não um santuário, local de adoração e serviço ao Senhor. Com isso fogem do ensino evangélico que coloca o corpo e a integridade do ser como templo e santuário de Deus. Não desejam fazer na vida cristã a passagem da carne ao Espírito, mas querem apenas ver e receber e não se envolver. Afastam-se de qualquer desafio que os leve a um relacionamento correto com os seus semelhantes e com Deus.
Ao ouvir o pedido desesperado daquele oficial romano pedindo que Jesus fosse com ele até sua cidade em Cafarnaum a fim de curar o seu filho, Jesus calmamente o incentivou a ir para sua casa porque seu filho não morreria, mas viveria. Esse homem possuía caráter disciplinado. Sabia o valor legal de uma palavra pronunciada por uma autoridade. Sendo autoridade reconheceu a autoridade espiritual de Jesus e se submeteu a ela imediatamente como fazia em relação aos seus superiores em hierarquia. O mesmo procedimento tinha com os seus comandados. Suas ordens eram obedecidas sem contestação. Esse homem creu nas palavras de Jesus. Via Nele uma pessoa digna de confiança. Nada do que Jesus diz cai por terra, mas prevalece para que todos O honrem como honram ao Pai que o envio. João 5. 23.
Ao ouvir as palavras de Jesus, o oficial romano apressadamente se retirou. Iniciou sua caminhada confiante. Diante dele estavam mais de trinta quilômetros a serem percorridos até que chegasse a sua casa em Cafarnaum. Com certeza esse oficial do rei foi acompanhado por outros oficiais amigos e subordinados. A cada passo sua fé se fortalecia nas palavras de Jesus: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. v. 50. (NVI). A repetição das palavras de Jesus gera e fortalece a fé em nosso interior, dá-nos paz, esperança, entusiasmo e alegria. Salmo 12. 6; Romanos 10. 17.
Desta vez, Jesus decidiu não ir pessoalmente com o oficial do rei até sua casa, como fez em relação à filha de Jairo que após grave enfermidade havia falecido. Onde Jesus não ia pessoalmente, Suas palavras acompanhavam aqueles que nelas criam.
Hoje não temos Jesus fisicamente ao nosso lado, mas Suas palavras são suficientes como companhia em nossa caminhada. O Espírito Santo a cada dia nos confirma essa realidade espiritual.
O oficial romano levava dentro de si, como tesouro, o que Jesus havia dito.
Em Cafarnaum, os servos do oficial, em vigilância permanente, perceberam que no caminho um grupo de pessoas havia tomado a direção da casa. De longe reconheceram a vinda do seu senhor e não esperaram que ele chegasse ate sua residência. Foram em sua direção para dar-lhe a boa notícia de que seu filho estava bem de saúde. A febre que o havia prostrado havia desaparecido por volta da uma hora da tarde. No mesmo instante o pai constatou que aquela era a mesma hora em que ouvira de Jesus que seu filho viveria.
Ao ouvir a boa notícia dos seus servos a paz e a alegria envolveram como um manto aquele pai. Aquecido por esse conforto espiritual apressou seus passos para que abraçasse aquele que amava e celebrasse com a família mais esse feito de Jesus. Fora premiado por sua fé nas palavras de Jesus. Verdadeiramente Jesus era a pessoa que ele deveria ter como Senhor e Salvador.
O oficial romano entendeu que as palavras e não a presença física de Jesus foram suficientes para a cura do seu filho. Aprendeu que não há distância para a operação do poder de Deus. Quando Deus deseja operar não há obstáculo que impeça Sua ação. Entendeu que é melhor crer do que duvidar.
O mais impressionante disso tudo é que o oficial romano não precisou trocar sua fé por dinheiro. Não precisou fazer qualquer adiantamento financeiro para que recebesse a bênção de Jesus. A fé em Deus não está vinculada a qualquer compensação financeira que ofereçamos a Deus e a Sua obra aqui na terra. Muito menos precisa ser provada dessa forma. O oficial apenas creu nas palavras de graça que saíram da boca de Jesus. Isso é a fé evangélica, a fé que agrada a Deus.
A natureza paterna de Deus está sempre disposta a ajudar Seus filhos em todas as suas carências, independente do que eles possam fazer em resposta a essa ajuda.
É o amor que move o coração de Deus no relacionamento com Seus filhos e não outra motivação. Não podemos ter com Deus qualquer relacionamento profano (desrespeito ao sagrado). Ele é Santo.
Deus se sente ofendido em Seu amor e justiça quando seus filhos são orientados ou manifestam qualquer intenção ou expressão de trocar bênçãos por dinheiro. Jamais podemos reduzir as bênçãos de Deus a uma quantidade determinada de dinheiro. Isso é ofensivo a Deus porque busca quantificar a qualidade inerente à bênção. Isso é inaceitável aos olhos de Deus porque se torna em ameaça, ou seja, se a quantia estipulada não for alcançada, corremos o risco de não recebermos a bênção anunciada ou a que esperávamos. Isso é legalismo. O ministério de Jesus veio nos tirar do domínio da Lei e nos colocar na grandeza da Graça de Deus.
O Deus Santo não é movido por intenções ou interesses impuros. Não há preço que possa alcançar o valor de uma bênção divina. O Senhor deseja que aqueles que O procuram apenas creiam em Sua Palavra. Isso basta. Entre a Palavra de Deus e Sua ação na vida das pessoas nenhum bem material ou pagamento pode ser colocado como mediador. Se como pais amorosos dispensamos qualquer tipo de resposta financeira de nossos filhos por amá-los e ajudá-los, atitude superior podemos esperar do Pai Celeste, nosso Senhor e Salvador único, suficiente e eterno?
O oficial romano conhecia o milagre realizado por Jesus ao transformar a água em vinho em Caná e por isso se alegrou com sua família ao perceber que seu filho fora tirado do iminente domínio da morte física para a liberdade oferecida pela vida. Jesus, com o Seu poder ofereceu gratuitamente a oportunidade para que aquela família e seus servos tivessem a vida mudada eternamente pela fé em Jesus.
A cura daquele menino convenceu a todos de que não havia outro caminho para Deus senão entregar suas vidas a Jesus e acolhê-Lo como Messias, Senhor e Salvador. Jesus sempre tem uma palavra de restauração física ou espiritual a quem O procura com sinceridade.

ENQUADRANDO-SE NA VISÃO
- Ao dirigirmos o nosso pedido a Jesus jamais devemos estabelecer condições ou Lhe apresentar alternativas. Ele sabe o que é melhor, quando realizar e o como fazer. Dele é a bênção. A nós cabe apenas confiar em Suas palavras como fez o oficial romano.

DETALHES
- Deus não admite qualquer comando humano para nos abençoar. Só Ele é Senhor e Soberano.
- O oficial romano ao ouvir Jesus, não O questionou. Apenas creu e colocou sua fé em ação.
- Vincular o que Deus pode nos dar ao que podemos dar a Ele é atitude que ofende o caráter justo e amoroso de Deus.

APLICAÇÃO
- Ouça o que Jesus diz e faça como Ele determina.

PENSAMENTO
A fé que agrada a Deus não coloca qualquer intermediário entre o que Deus diz e o que devemos fazer.

VERSÍCULO PARA DECORAR
Jesus respondeu: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. O homem confiou na palavra de Jesus e partiu. v. 50. (NVI).

ORAÇÃO
Senhor Jesus, ensina-me a cada dia a crer em tuas palavras como faz a criança diante das palavras do pai que a ama.